quinta-feira, fevereiro 08, 2007

Na Rota do “Mostrengo do Lamaçal”

Domingo, 4 de Fevereiro de 2007




Incursão (Pinto e Sousa) no grupo de Santo António dos Cavaleiros, onde o Luís tem a fama de ser o mais “fraquinho”.
Arrancou-se de Loures em direcção a A-das-Lebres, não sem antes ter visto o “comboio da selvajaria” a passar por nós e onde os rostos já espelhavam “ruindade” (excepto o do Glutamina, que ia imensamente pálido…).
Para “aquecer” e “tirar as medidas” a alguns companheiros desconhecidos, rumámos a Malhapão. A maioria dos desconhecidos não gostou da “gracinha” e um deles quase teve um colapso logo ali! No entanto, lá continuámos pedalando, moderadamente, até à Manjoeira. Aqui, nova rampa até avistarmos Casaínhos, onde houve pausa para descontracção e “perdemos” o “camarada do colapso”, que achou que já chegava!! Nem sabe do que se livrou…
Após passar o Cabeço, desceu-se Ribas de Cima, “trocando” o município de Loures pelo vizinho da Arruda. Nesta fase, eu e o Sousa íamos escolhendo os trilhos, sem qualquer “piedade” dos restantes. Um autêntico carrossel técnico de “sobe e desce”. Mas, todos o iam superando, com mais ou menos dificuldade.
Chegados ao Freixial, atacámos os Cow-boys a “prego”, seguindo-se a rampa do Campo de Tiro, já em Fanhões.
No alto, aconteceu o melhor momento (é unânime!) do fim-de-semana. Ia eu descansado da vida, atrás do Sousa e do Nuno, quando, ao avistar um poça gigantesca transbordando água lamacenta, paro, observando como de desenvencilhavam os meus camaradas. O Sousa pedalou pelo centro da poça, saindo incólume na outra margem. Ao invés, o Nuno, qual artista, na ânsia de não sujar a borracha dos pneus, preferiu ir encostadinho à escorregadia ravina…


Estava eu a apreciar atentamente o seu “jeitinho”, quando … … …
… … … a roda dianteira lhe foge para a direita atirando-o, de cabeça, para a zona mais profunda da “piscina”!! Numa classificação de 0 a 10 numa prova de mergulhos encarpados, este levaria, sem dúvida, um 9,9!!!
Completamente embasbacado, vejo o meu companheiro desaparecer no lodo e … levantar-se uma “horrenda criatura”, qual “monstrengo do lamaçal”, escorrendo barro e pingando lama!!!
Eu nem consegui perguntar-lhe se se tinha magoado, tal foi o ataque de gargalhada que de mim se apoderou!! O gajo, de sorriso amarelado mas “puto da vida”, lá acabou por dar a mão à palmatória rindo também da hilariante situação.
O Sousa também entrou na “festa”, descrevendo os salpicos que ainda sentiu atrás de si. Depois, ainda existiram “foguetes” para o Luís e mais um camarada que resistiam no passeio. Para não perder a paródia, o Lopes telefonou e riu-se também, ficando com pena de não ter presenciado ao vivo o “oleiro” que estava na nossa frente.
Finalmente, e já com dores de barriga de tanto rir, descemos até Loures. O Nuno, ainda pingando lama, lá foi para a “desinfestação”!

Mais uma volta com momentos hilariantes.
Foram 43 Kms a 13 Kms/hr de média e 1.030 mts de acumulado para todos, excepto para o Nuno, que também fez mergulho e deu duas ou três braçadas.

Participaram neste giro: alguns desconhecidos; o do colapso; os da gargalhada (Pinto, Sousa, Luís e “o de cinzento”), e o hilariante “Mostrengo do Lamaçal” (Nuno).

Destruindo material…

Sábado, 3 de Fevereiro de 2007




Arrancámos do Nanni em direcção a Santo Estêvão das Galés.
Chegados a A-dos-Cãos, por estrada, atacámos a primeira subida do dia por uma vertente original que já não fazíamos há muito. Na primeira fase, onde reina o calhau, o Lopes demonstrou como se sobe em “passinhos de lã”, passando tudo sem desmontar. Os restantes, lá se iam “divertindo” a desmontar e a reinar com os outros “desmontas”. Na segunda secção o Ricardo meteu “aquele” seu passo, como que a dar as boas vindas, após “longa” ausência (que não atenuou a “maldade”…). Alguém acreditará que não pedalou durante um mês, como se fartou de apregoar?... Pois…
Trespassou-se a bonita Serra de Monfirre a bom ritmo e embicámos em direcção a Santo Estêvão das Galés por trilhos técnicos não usuais. Deu para o Isidoro descarregar a “fúria” dos últimos “empenos” na corrente; para o Sousa “fazer rolos” num calhau molhado; para o Aníbal atacar alguns topos naquele seu peculiar e constante “engasganço”; para eu “brilhar” numa dificílima rampa técnica onde todos (é verdade! Todos!) desmontaram!!
Após Santo Estêvão rumámos a Lousa, via Cabeça Grande, não sem antes o Ricardo imitar o primo e, com jeitinho, arrasar o cepo da bicicleta. Realmente, estes dois, onde tocam … destroem!!
Acabou-se o giro por asfalto, finalizando o mesmo com 42 Kms a 13 Km/hr de média e 900 mts de acumulado.

Pedalantes: os “turras” Lopes e Pinto; os “Infantes” Aníbal e Sousa; os “tractores” Isidoro e Ricardo.
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